quarta-feira, 16 de maio de 2018

Da Sociedade

Maio 2018


Da Sociedade
Enquanto o turismo se tornou uma atividade destacada na economia dos países e na ocupação da sociedade, os serviços prestados são de notória selvageria. Há uma regressão ao capitalismo predatório. Explorando o fato do aumento exponencial de passageiros, as companhias abusam de cobranças de todo tipo, verdadeiras miudezas que reduzem os prazeres de uma viagem, atropelam o conforto e causam surpresas desagradáveis na articulação de trajetos. Criam rigidezes que acabam onerando os custos geralmente já elevados da viagem.  Cobram à parte por assentos, por malas, por parada em escalas, por lugar no avião, por antecedência na compra, etc. Cada empresa estabelece o tamanho da mala permitida, o que pode produzir o fato de um viajante ser barrado no meio da viagem porque sua mala já não atende ao padrão da nova companhia ou do novo trajeto.                                                                                          
Ao mesmo tempo em que os novos costumes acrescentaram o turismo como uma necessidade, viajar se tornou uma jornada de angústias e horrores.  Mas parece que os prazeres compensam a exploração, ou não há mesmo alternativas.
  
Que se cuidem as mulatas, as brancas estão ganhando corpo do mesmo padrão de volumes e curvas, talvez no início graças às malhações e modelagens, mas agora se nota que já entrou no DNA. É a mulher brasileira de qualquer tom, que deixou para trás o tubinho da garota de Ipanema e a discriminação racial.                                                                        

Cultura barulhenta

Ministério da Cultura lembra o ministério da inteligência da Venezuela nos anos 80. A cultura é multidisciplinar e interinstitucional. O certo era ter um programa nacional de promoção dos valores culturais instituídos ou sugeridos na Constituição.  A cultura se expressa nos valores, crenças, atitudes e comportamentos, não se confunde com suas manifestações específicas.
Desde sua criação esse ministério luta para conseguir algum recurso e sempre aplica mal, como recentemente em que foi aparelhado pelo PT e como vemos na campanha nacional das viúvas do PT, que dançaram rolaram com o dinheiro publico. Somente a provisoriedade do governo de plantão explica ter cedido para o barulho das estrelas bem contempladas pelo orçamento da autarquia.
Tudo bem, voltemos com a Cultura, mas por favor desaparelhando o ministério e revisando fortemente os critérios para a distorcida Lei Rouanet.  


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